17. Análise crítica dos storyboards dos colegas

    Nesta tarefa, recebemos a orientação de analisar e formar críticas estruturadas dos storyboards dos colegas, sendo necessariamente a análise de um slide logo acima, no caso o de Ana Carolina Lages Santos (até o momento desta publicação, Davi Carneiro ainda não havia postado o seu), e de outro slide de própria preferência, no caso o de Bruna Fernandes Assunção Ludwig Pacheco.


Trabalho de Ana Carolina Lages Santos:



    O storyboard de Ana Carolina me chamou a atenção pela grande movimentação a que parece se tratar o trabalho, além de um importante jogo de luz e sombra. A obra também aparenta trazer uma boa exploração das fotografias dos colegas e dos recursos trabalhados nos programas e da ideia de movimento na imagem, assunto já tratado. 

    Além disso, há uma boa apresentação da proposta por meio de setas e da numeração dos quadros. A programática é trabalhada por meio do não saber do que vai acontecer exatamente: não há um segmento linear, importante recurso trabalhado em sala.

    Por outro lado, a autora aparenta não explorar de forma tão forte a criação de novas imagens, e algumas cenas parecem apresentar cortes secos, sem uma interligação entre elas. Os recursos de cores também não são utilizados e a descrição em cada um dos quadros deveria ter sido melhor organizada.

    Outro ponto a se destacar é a presença da palavra "fim" no último quadro, que não se mostra tão necessário para o trabalho. Ademais, o uso desse recurso parece propor a ideia de linearidade, que vai em confronto com a proposta de abstração tratada nas aulas.


Trabalho de Bruna Fernandes Assunção Ludwig Pacheco:





    O storyboard de Bruna traz interessante exploração de cores e o uso de diversas fotografias dos colegas, com importante exploração dos recursos dos programas aprendidos. Além disso, há ótima sinalização das etapas por meio de setas e da descrição de cada cena. O storyboard é bem trabalhado e transmite facilmente as ideias do storymotion. A proposta da programática também é bem explorada, já que permite ao espectador imaginar o desfecho da cena.

    Por outro lado, há também uma variação nas tonalidades utilizadas, de modo a criar uma aparente incoesão entre as partes do vídeo. É como se a primeira imagem tratasse de um storyboard e a segunda de outro, e não uma continuação. Ademais, pelo trabalho criado, parece que o sequenciar das cenas será feitos sem o uso de efeitos de transição, como se fossem cortes "secos". Outro ponto importante é a adesão da palavra "fim" na última cena, que traz a ideia de desfecho e conclusão de uma sequência, fugindo da proposta de abstração e promovendo caráter finalístico ao trabalho.

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