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Mostrando postagens de julho, 2022

42. Vídeo síntese da intervenção

A intervenção realizada pelo grupo foi executada no dia 21 de julho de 2022 (quinta-feira), no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Grupo: - Gabriel São Paulo - Manuela Viveiros - Raquel Oliveira - Tatiane Rodrigues  - Wilhiane Marra      O local escolhido pelo grupo para o projeto foi o Anfiteatro de Arqueologia e a Trilha das Pedras. A escolha se deu pelo caráter abandonado e isolado dos lugares e as sensações de descoberta, calmaria e nostalgia de um ambiente com grande potencial mas pouco explorado.      Buscamos provocar nas pessoas as sensações de tranquilidade, descoberta, esquecimento e nostalgia, por meio do uso das características físicas do lugar (vento, parte aérea fechada pelo topo das árvores, silêncio, sons de folhas etc.). A intervenção buscou direcionar os usuários a prestar atenção nas características do lugar, suas vistas, animais (como o macaco Chico e a cutia Teresa, diversas vezes encontrados enquanto fazíamos o tr...

41. Processo de projeto e produção da intervenção

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Nesta publicação serão expostas questões sobre o projeto e produção da intervenção no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. (Programação da parte de eletrônica) (Limpeza da trilha) (Confecção das caixas) (Aplicação do projeto final no museu na véspera)      Em nossa intervenção (referente ao Anfiteatro de Arqueologia e à Trilha das Pedras), houve diversas modificações no projeto inicial para se adequar a questões técnicas, recursos financeiros, tempo e características do lugar escolhido (possibilidade de chuva, falta de iluminação, inexistência de pontos de energia próximos, humidade etc.).     As ideias sugeridas inicialmente sofreram profundas modificações após a orientação dos professores. A partir das críticas, conseguimos compreender melhor as habilidades que deveríamos desenvolver, como explorar as sensações do lugar e utilizar recursos próprios do espaço, gerar interação com os visitantes e bu...

40. Storyboard do projeto da intervenção

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Nesta atividade, fomos orientados a criar um storyboard mostrando como a intervenção no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG vai ocorrer, com os elementos usados e as sensações que queremos provocar.      Nosso projeto conta com a exploração da eletrônica na entrada do Anfiteatro de Arqueologia e em diversos pontos da trilha, para chamar a atenção dos visitantes e gerar a exploração do lugar. Inicialmente, pensamos em colocar setas para chamar a atenção dos visitantes, mas após orientação dos professores, descartamos a ideia.      Ao chegar no Anfiteatro, o visitante seria surpreendido por uma música com sino dos ventos, que o convidaria a sentar e a absorver as sensações de calmaria e tranquilidade que o lugar provoca.      Depois, tocaria um novo som que o chamaria para a trilha e o conduziria a explorá-la. Lá estariam dispostos vários círculos e outras formas geométricas que provocariam efeitos luminosos coloridos ao longo d...

39. Performance no local de intervenção

Nesta atividade, fomos orientados a nos organizar para criar uma performance, baseada no filme de Marina Abramovic, de modo a explorar as características dos possíveis locais de intervenção no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG.      Em nossa performance, buscamos provocar as sensações de calmaria e tranquilidade promovidas pelo lugar escolhido, e ao mesmo tempo explorar as noções de proporção que existem, como as diferenças de altura, os sons e texturas dos diferentes materiais e as proporções geométricas do lugar.       Além disso, tentamos provocar a tranquilidade e exploração do espaço escolhido, com sua simetria e calmaria gerada no grupo em sua visita.

38. Entrevistas sobre o MHNJB - roteiro e percepções

Nesta atividade, fomos orientados a realizar entrevistas aos usuários e funcionários do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG e aos moradores do redor, para então compreender as necessidades, percepções e as relações das pessoas com o lugar. Organizamos então um roteiro com uma pergunta chave e as informações que gostaríamos de captar das pessoas. Por outro lado, a entrevista foi realizada no modelo de conversa cotidiana, para compreender até mesmo o modo de se comunicar das pessoas e realmente entender como se comportavam e quais noções tinham sobre o museu. Por isso, abaixo está o roteiro usado, com as principais informações que gostaríamos de extrair, ainda que as perguntas não tenham sido utilizadas na maneira como se dispõem aqui. Pergunta chave: Quais são as suas percepções a respeito do museu? (sensações, lembranças, emoções). Roteiro para entrevista - Nome - Idade - Profissão - Onde mora 1. Quais sensações esse local te passa? 2. Quais as primeiras impressões que ...

37. Sketchup sensitivo individual do local de intervenção

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Neste exercício, tivemos que desenvolver, por meio dos conhecimentos de Sketchup adquiridos em aula, uma obra que transmita, pelas formas e pelo jogo de câmeras do aplicativo, as sensações do lugar. Em meu trabalho, foquei nas noções de perda, confusão e exploração promovidas pela mata densa, além da grande abertura em um espaço fechado gerada ao chegar no anfiteatro de arqueologia depois da trilha. As sensações de dimensão provocadas pelas arquibancadas e as cores vibrantes ao fundo foram trabalhadas. Ao mesmo tempo, o vazio e a linha do horizonte foram deixados para mostrar a paz e a sensação de perda e esquecimento que o lugar transmite.

36. Rede de implicações do local de intervenção

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Nesta atividade, fomos orientados a criar uma rede de implicações do local de intervenção (uma espécie de brainstorm com base nas percepções do lugar).     Os principais sentimentos identificados no anfiteatro de arqueologia e na trilha das pedras foram solidão, descoberta, esquecimento, calmaria e nostalgia, e serão trabalhados na intervenção. Além disso, as características do local são as responsáveis pelos sentimentos gerados.

35. Locais de intervenção no MHNJB

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Tivemos que nos organizar em grupos por meio de um exercício de sincronia entre olhares, de modo a sinalizar aqueles que nos transmitiam uma "energia mais semelhante", e então explorar o espaço do Museu de História Natural e Jardim Botânico da Ufmg em busca de possíveis locais de intervenção.     Meu grupo (composto por mim, Manu, Raquel, Tatiane e Wilhiane) explorou interessantes lugares do museu e então determinou dois possíveis locais de intervenção: o anfiteatro de arqueologia e a trilha das pedras. Anfiteatro de arquelogia (coliseu):     A escolha do anfiteatro se deu por seu potencial inexplorado. Ao chegar no local, foi perceptível o abandono e, ao mesmo tempo, a grandiosidade de uma obra escondida do resto do museu. A ideia de paz, calmaria e anonimato foram noções destacadas sobre o lugar. Ao mesmo tempo, seu potencial de usos, apresentações e autonomia pelas pessoas foi fator determinante na escolha. Trilha das pedras:     A tr...

34. Não objeto virtual: protótipo e versão final

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Nesta atividade, tivemos que aprimorar as ideias desenvolvidas sobre os objetos paramétricos e criar um não objeto virtual.     Seguindo as orientações dos professores, criamos uma espécie de "caixa preta" cuja ideia seria intermediar o contato, por meio do tato das mãos e das sensações geradas, entre duas pessoas que não estivessem se vendo.  O objeto tinha por proposta direcionar os usuários para as percepções táteis que o contato pode proporcionar. Há também a existência de 2 a 4 botões que ativam sons quando pressionados. (escrito: cada bolinha é um sensor de som diferente)      Por outro lado, com as críticas realizadas em sala de aula, foi identificado que o objeto direcionava os usos e restringia as possibilidades de apropriação pelos usuários, tornando-se monótono. Além disso, a representação em storymotion não é bem feita, faltando a amostra do som e dos botões.     Com isso, refizemos o objeto, mantendo algumas características, mas aprim...

33.2. Objeto paramétrico de eletrônica em grupo

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     Nesta aula, fomos orientados a nos reunir em grupos e criar um modelo de objeto paramétrico virtual com mímica, onde cada componente do grupo "passava" o objeto para o outro, que complementava a parametrização. Ao fim da formulação, tivemos que apresentar o resultado para a turma em escala ampliada.     Depois das apresentações, o grupo foi subdivido em dois e cada um deveria representar os resultados compreendidos em forma de desenho. Resultado do outro subgrupo: Resultado do meu subgrupo:     Foi possível observar que ambos os subgrupos compreenderam claramente a proposta definida e apresentada em grupo. Apesar de algumas poucas variações, as principais características dos objetos eletrônicos se mantêm.

33.1. Filme Marina Abramovic: apectos marcantes

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Nesta atividade, fomos orientados a assistir ao filme documentário "The Artist is Present" (2012), de Marina Abramovic, e apontar 2 aspectos marcantes mostrados.      O filme foi dirigido por Matthew Akers e Jeff Dupre, sobre a exposição organizada pelo MoMA (Museum of Modern Art) - Nova Iorque, em 2010, sobre alguns dos trabalhos feitos pela artista ao longo da vida.  Na obra, é possível identificar a noção de que a autora busca fugir dos métodos convencionais de arte e de qualquer tipo de representação: ou seja, ela tenta mostrar a performance como arte tal como ela é.     Um importante aspecto apresentado é o de que a performance depende de quem a realiza, desse modo, diferentes atores produzirão diferentes obras, já que possuem subjetividades e vivências diversas - contatos variados com cultura, espaço, relações etc. Assim, uma mesma performance gera diferentes resultados dependendo de quem a produz.     Outro importante aspecto observado...