35. Locais de intervenção no MHNJB

Tivemos que nos organizar em grupos por meio de um exercício de sincronia entre olhares, de modo a sinalizar aqueles que nos transmitiam uma "energia mais semelhante", e então explorar o espaço do Museu de História Natural e Jardim Botânico da Ufmg em busca de possíveis locais de intervenção.
    Meu grupo (composto por mim, Manu, Raquel, Tatiane e Wilhiane) explorou interessantes lugares do museu e então determinou dois possíveis locais de intervenção: o anfiteatro de arqueologia e a trilha das pedras.


Anfiteatro de arquelogia (coliseu):


    A escolha do anfiteatro se deu por seu potencial inexplorado. Ao chegar no local, foi perceptível o abandono e, ao mesmo tempo, a grandiosidade de uma obra escondida do resto do museu. A ideia de paz, calmaria e anonimato foram noções destacadas sobre o lugar. Ao mesmo tempo, seu potencial de usos, apresentações e autonomia pelas pessoas foi fator determinante na escolha.


Trilha das pedras:


    A trilha foi escolhida por sua característica de descoberta e exploração de um local desconhecido e inativo. Durante todo o período em que ficamos, tivemos a sensação de estar num lugar incrível, com boas vistas, árvores altas e passagens com modelagem natural, como árvores gigantes e troncos caídos. Também haviam espaços circulares com pedras para exposição de cartazes e bancos com troncos.


A ideia do grupo se baseia no uso de ambos os locais, de modo complementar, de forma a explorar as diferentes sensações transmitidas e os potenciais de cada lugar.

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